De uma forma muito revolucionária, gostava de vos conseguir provar que a "estupidez" é algo muito importante para o nosso dia-a-dia. Chocados?
Não estou a falar da falta de inteligência, mas sim da sua racionalização. É importante racionalizar a inteligência que temos, de uma forma útil para aquilo que definimos atingir.
A estupidez começou a ser usada recentemente como uma técnica de vendas, uma forma revolucionária de conseguir mostrar que o produto que temos pode ser muito importante para a vida de outrem.. Este facto foi inclusivamente utilizado numa série de televisão Lieutenant Columbo.
Quantos de nós é que já ouvimos falar da "estupidez natural"?
Numa receita para criar algo de novo, este ingrediente, acrescentado de uma forma pouco moderada, pode ser o sucesso do produto final.
O estupido não é aquele que é ignorante, ou que tem falta de inteligência, ou mesmo que omite alguma faculdade.
O estupido é aquele que olha para o projecto, reconhece os riscos, as curvas as formas, e sabe que para levantar o edifício vai ter muitas dificuldades.. É então que, ao contrário do que todos diriam e fariam, ele resolve construir.. criar.. É ou nao é estupido? 80% das pessoas diriam que sim.
Mas é tão bom.. ser-se estúpido. Ignorar os delatores, rejeitar as estatísticas e acreditar que dentro de uma caixa, algures no oceano, está o mapa da arca perdida.
Em 1885, na Alemanha, Karl Benz e Gottlieb Daimler associaram um motor a uma estrutura mecânica, incluiram 4 rodas e chamaram-lhe automóvel. Naquela époica, Séc. XIX, ouvia-se na rua: "Estúpidos.." "Nunca vi coisa mais estúpida.."
Pois bem...
Um grande bem haja a todos os estúpidos que andam por aí...
Brain by act
segunda-feira, 21 de abril de 2008
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